Ideia de namoro na adolescência

Aos pais de meninos pode soar algo meloso de mãe, mas educar filhos para namoro na adolescência é, antes de mais nada, reforçar valores e esclarecer as regras invioláveis de respeito ao outro. Se por um lado me preocupei, por outro encontrei oportunidade de escutar meu filho e orientá-lo. O namoro na adolescência raramente funciona. Na adolescência é muito melhor valorizar a amizade. O objetivo do namoro é conhecer uma pessoa melhor, pensando na possibilidade de casamento. Mas na adolescência o namoro costuma ser virado para a “brincadeira”, sem pensar no futuro. O namoro na adolescência poucas vezes acaba em casamento ... Estabeleça limites. Você deve definir limites pessoais mentalmente antes de começar a namorar, do contrário, poderá acabar caindo em situações indesejadas.. Lembre-se de sempre usar proteção. O sexo na adolescência é arriscado, mas, se você estiver pronta para transar, é importante minimizar os riscos ao máximo. O namoro na adolescência - Atividade de interpretação Um namoro, para acontecer de forma positiva, precisa de vários ingredientes: a começar pela família, que não seja muito rígida e atrasada nos seus valores, seja conversável, e, ao mesmo tempo, tenha limites muito claros de comportamento. Cena 1: reencontrei namorado da adolescência após dezenas de anos (sem detalhes, por favor) sem contato. Lembramos e rimos de um namoro na adolescência em que descobríamos as primeiras reações do amor no corpo: frio na barriga, ansiedade do encontro, mão suada, coração disparado. Postar coias na mídia social para que todos saibam o que ela está fazendo não é uma boa idéia. Isso a coloca em evidência e desperta o desejo de muitos rapazes e até mesmo homens mais velhos que são predadores sexuais, para lidar melhor com o namoro na adolescência é melhor que sua filha mantenha a própria privacidade o quanto puder. O namoro é uma etapa muito importante na vida de todo mundo, pois é uma etapa em que estamos descobrindo como ter uma relação com outra pessoa. Porém, o namoro na adolescência costuma ser um dos principais motivos de preocupação dos pais. Em diversos casos a falta de proximidade e o medo de invadir a intimidade do Connell dá conselhos com base no seu Sistema de Namoro A.C.E: Autenticidade, Clareza e Expressividade. Também age como coach de namoro através do aplicativo The League. Seu trabalho já foi destaque na Cosmopolitan, The Oprah Magazine e Today. Há 18 referências neste artigo. Você pode encontrá-las ao final da página. O namoro na adolescência Um namoro, para aconte • precisa de varios ingredientes: a meyar pela familia, que não seja muito riaida e atrasada nos seus valores, se conversável, e, ao mesmo tempo, tenha limites muito claros de comportamento adolescente precisa disto, para se sentir seguro. O outro aspecto tem a ver como Bem, cuidado. Cuidado é a palavra do dia quando se trata de namoro na adolescência. Na maioria das vezes, você não vai estar amando: a probabilidade de ser apenas hormônios e adrenalina é bem alta. Embora certamente isso não soe como uma boa notícia, é importante lembrar que namoro na adolescência não é fácil.

Preciso desabafar sobre meus desejos

2020.09.22 18:37 is-a-porn-throwaway Preciso desabafar sobre meus desejos

Pelo menos debaixo da sombra do anonimato posso ser sincero. Sempre tive atração pelos dois sexos. Mais por mulheres do que por homens, e isso sempre me incomodou, e sempre era um ponto de insegurança. Fora que, na minha adolescência, experimentando, descobri que inserir objetos roliços no ânus dava prazer, mas sempre depois dos atos me sentia super culpado, porque pra mim era ou hétero, ou homossexual, sem meio termo. Depois da adolescência, queria parar de inserir objetos roliços, mas sempre tive recaídas. Eu achava que sentia vontade de colocar no cú porque nunca tinha feito sexo... Como sou introvertido, foi um puta trabalho pra perder a virgindade, mas corri atrás disso e perdi, arranjei namorada, e confirmei que gosto sim de buceta. Mas sempre tinha algumas recaídas... tipo 6 a 8 meses sem sentir vontade, e numa semana a vontade era tanta que eu cedia. Daí terminou o namoro, e eu fiquei com os brinquedos porque ela ia morar com os pais e não tinha como guardar. Tive uma recaída me senti culpado e joguei fora. Fiquei 3 anos sozinho, tendo recaídas, e achava que era porque não tinha namorada. Fui atrás disso e arranjei namorada, mas adivinha! Continuava sentindo vontades, volta e meia comprava um pepino ou dois e usava. Ano passado comprei uma prótese, e me arrependi de não ter comprado antes. Resolvi parar de me sentir culpado pelas minhas vontades e me aceitar: não sou totalmente hétero e não sou totalmente homossexual. Resolvi me aceitar como Bi. Não vou sair do "armário", mas eu sei, é um FATO, dar o toba pra mim é gostoso e chupar buceta também. Nunca experimentei com um membro de verdade, e tenho bastante vontade, mas estou em um relacionamento sério e não quero trair minha parceira. Já tentei dar uns hints pra ela fazer uma inversão de papeis, só que ela não curtiu a ideia. Enfim... Tenho vontade também de participar de um swing, de um ménage MMF, mas de novo, minha parceira não tem interesse. O sexo com ela é gostoso, minha convivência com ela é boa, mas ultimamente estou me sentindo sexualmente frustrado.
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2020.09.15 20:53 Apophises Isolamento social fez eu me apaixonar como na adolescência e isso têm feito eu ter mais vontade de viver

Esse texto vai ser longo, agradeço quem tiver interesse de ler. Tenho precisado escrever isso pra organizar as ideias.
É sabido que quanto mais nos apaixonamos, menor vai ser o fulgor das próximas paixões. Eu sempre fui uma pessoa que me apaixonava muito fácil, coisa que me rendeu várias tristezas e falta de correspondência, até ai é normal. Por conta disso também acabei me tornando mais frio e seletivo, o que me tirou a facilidade de criar vínculos com as pessoas (coisa que me faz muito bem, pois não sofro tanto mais com traições de amigos e namoros).
De qualquer modo eu passei a sentir falta de ter aquele sentimento fulgurante de paixão, ainda mais quando os problemas da vida vieram me açoitar e deixar minha vida mais cinza. Então veio a pandemia, o isolamento e eu cai de cabeça dentro do meu próprio ser a ponto de enjoar estar tanto tempo com as minhas qualidades e defeitos. A ponto da solidão não ser dolorosa, mas sim absurdamente tediosa. Eu ficava ansiando por falar com alguém, conhecer alguém, sentir algo por alguém, qualquer coisa que me aproximasse mais do externo.
Em virtude também da solidão e isolamento, parece que meu coração amoleceu e tornou tudo mais fácil; traduzindo pra linguagem popular: Carentena.
Moro com meus pais que são idosos, fico aqui cuidando deles, fazendo tarefas cotidianas: ir comprar água, pão, mistura, cigarro (pois somos todos fumantes) e numa dessas idas e vindas eu sempre vou no posto perto de casa. Uma moça começou a trabalhar lá, mais ou menos da minha idade. Em um dia específico, eu havia acordado angustiado, desanimado, com todos os efeitos de estar a meses sem socializar. E fui comprar o pão e o maldito cigarro. Lá estava ela, me cumprimentou profissionalmente (ou nem tanto), com um caloroso bom dia que atingiu-me como uma flecha no peito. Pedi com gentileza o pão e o cigarro, ela o fez, olhou pra mim e elogiou minha roupa. Conversamos brevemente a respeito. Pronto, a coisa tava feita, a moça conseguiu sem querer entrar no meu campo. Vou até lá todos os dias realizar as comprar diárias e encontro ela, conversamos sempre brevemente e fica por isso. É gostoso como estou como na adolescência: coração disparado ao vê-la, idealizações e o ânimo que toda essa ideia me traz.
Apesar de tudo, não sei socializar, não fui educado para isso e tenho tentado ajustar esse aspecto da minha personalidade. Ser menos instrospecto e ter menos medo de falar com os outros. Pretendo um dia ir além das breves conversas e perguntar seu nome, número e quem sabe tentar algo?
Em contrapartida, ainda mantenho parte da desconfiança, coisa que se torna meu porto seguro para essa paixão não me cegar e me manter o pé no chão.
É isso, obrigado se leu até aqui e caso vocês desejarem eu trago atualizações. Tenham todos um ótimo dia e uma ótima semana!
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2020.08.24 15:02 LeastFudge9 Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

Vejo muitos posts de "nunca namorei" por aqui, entendo cada um de vocês e digo que me vejo um pouco nesses posts também. Talvez meu post ajude. Isso aqui vai ser longo.
Sou homem, hétero e tenho quase 25 anos. Até os 22, nunca tinha namorado, nem transado, e entre essa idade e meu primeiro beijo (aos 11 anos de idade), eu havia beijado quatro garotas, uma delas talvez eu não devesse contar, pois foi uma amiga de minha mãe bem mais velha que praticamente me forçou a fazer isso quando eu tinha 14 anos. Mas ok, contemos quatro garotas dos 11 aos 22 anos. Isso me deixava triste nos mesmos moldes que vejo aqui em muitos posts.
No dia do meu aniversário de 22 anos, uma conhecida 16 anos mais velha avançou nas investidas por WhatsApp e me enviou nudes. A partir de então, foi tudo muito rápido, tive minha primeira vez com ela e foi fantástico. Ela estava em um processo de divórcio iniciado havia menos de um mês e tinha um filho de oito anos. Daí começa meu inferno.
Ela era uma mulher muito inteligente, bonita e, para me convencer a iniciar um namoro, praticou o famoso "love bomb", eu me sentia o cara mais foda do mundo, ela inflava minha autoestima de uma forma que ninguém jamais havia feito. Iniciamos um relacionamento sério e entrei no fogo cruzado de uma guerra que envolvia minha então namorada, o filho único dela de oito anos de idade e um ex marido extremamente agressivo e descontrolado.
Cheguei a receber ameaça por WhatsApp do tal ex, o filho dela levava recadinhos velados do pai pra mim, me ligava quando estava com os coleguinhas e me xingava das piores coisas e dos piores nomes possíveis (palavras que uma criança da idade dele não devia saber). Tudo isso enquanto frequentemente o garoto chegava da casa do pai quebrando a casa e gritando, eu acho que isso de esperar o inferno toda vez que ele ia pra casa do pai provavelmente foi o que me fez desenvolver um grau de ansiedade. E como já deve ter sido possível perceber, rapidamente eu ficava mais na casa da minha então namorada que na minha própria casa, por livre espontânea pressão.
Como se não bastasse, minha então namorada era extremamente controladora. Com o tempo, eu não podia mais conversar com outras mulheres, ela gritava comigo e quebrava a casa quando estava - nas palavras dela - "surtada". Pra ajudar a ilustrar, lembro-me que uma vez bocejei enquanto estávamos em um restaurante (EU organizei a ida, foi meu presente de dia dos namorados) e ela começou a brigar, perguntando se eu não queria estar ali (e então passei a ter receio de bocejar perto dela - e eu bocejava bastante, porque trabalhava e fazia faculdade).
Houve também uma situação em que recebi uma proposta profissional que significaria passar quatro meses em outro país. Ela surtou, passei uma noite em claro com ela gritando, quebrando a casa, tentando me expulsar de lá (como eu iria embora com a mulher naquela situação?). Enfim, foi um inferno, nem gosto de lembrar. Acabou que eu neguei a proposta profissional, ao mesmo tempo em que ela saiu falando para meus amigos (que viraram amigos dela também) sobre como ela, apesar de triste com a distância, achava uma oportunidade e um projeto muito importantes. E também encontrou meios de me manipular ao ponto de eu ficar na dúvida sobre por que eu tinha negado a proposta. Recentemente, depois de mais de um ano de terminados, ela disse pra uma prima minha sobre essa história e confessou que "fez de tudo que foi possível" para que eu não fosse. Me senti um idiota.
O cúmulo, na verdade, foi quando minha família alugou um sítio para comemorar o aniversário da minha irmã mais nova, a festa consistia em as pessoas mais chegadas ficarem um fim de semana inteiro neste sítio. Nessa época, minha ex já tinha desenvolvido uma posse sobre mim que incluía ter uma espécie de ciúme do tempo que eu dedicava à minha família (que já era quase zero). Justamente por isso, percebi que minha ex estava resistente a ir para este sítio, optei por fingir que não tinha percebido. No dia de ir pro sítio, como eu já suspeitava, ela estava em surto e passou a manhã inteira deitada. O filho dela estava ansioso pra ir, pois tinha piscina e outras crianças, então resolvi que iríamos eu e ele, disse isso pra minha ex e falei pra ela me ligar assim que quisesse ir, que eu a buscaria. O sítio ficava a uma hora de carro.
Vou resumir o que aconteceu, embora para passar o meu terror eu devesse contar detalhadamente. Basicamente, para fazer-me sentir-me culpado por ter ido sem ela, ela resolveu colocar fogo em umas toalhas (muitas!) no chão do banheiro, a ideia - isso tudo eu só concluí passados meses - era criar uma cena de horroincêndio pra quando eu chegasse. O que ela não calculou é que o álcool evapora rápido, então ela queimou o rosto, parte do cabelo, o pescoço, parte dos seios e da barriga. Ela me ligou em pânico e eu corri de carro tarde da noite em uma estrada deserta. Daí em diante nossos dias foram de hospitais (eu fiquei nos hospitais o tempo todo) e cirurgias plásticas. Ela não ficou com nenhuma sequela física. Depois que a ajudei com as queimaduras (em casa, eu fazia os curativos) e cicatrizes temporárias, terminamos (e no dia seguinte ao término ela bateu o carro e, pela forma como foi, parece ter sido proposital). Mas, enfim, consegui sair desse relacionamento abusivo depois de quase dois anos. Esse textão que escrevi é só uma porcentagem do que passei.
Menos de um mês após esse término, retomei contato com uma amiga (e paixonite platônica) de adolescência, acabou que ficamos e veio outro "love bomb". Caí nessa de novo pra depois de dois meses ela me tratar feito lixo, me dar respostas mal educadas, me ignorar e perder a paciência por coisas banais. Essa noite tive um pesadelo com o desdém dessa última ex (faz nove meses que terminamos) e acordei mal, por isso vim aqui desabafar. Felizmente, esse outro relacionamento não durou mais que quatro meses.
Hoje, olhando pra trás, percebo que caí nessas porque tenho uma carência advinda de um abandono afetivo na infância/adolescência, fruto de situações com meus pais. Ou seja, eu estive buscando suprir com relacionamentos uma carência paternal/maternal, então virei alvo fácil para pessoas complicadas ("love bomb" e visões idealizadas e fantasiosas de relacionamentos me fisgaram fácil). Eu estou bem atualmente e bastante feliz com vários projetos pessoais e profissionais, talvez esteja na melhor fase da minha vida nestes termos. No entanto, estou quebrado para relacionamentos e sei que precisarei de terapia para superar a resistência que adquiri com os traumas que relatei. A conclusão é: procure conhecer a si próprio e reflita bastante sobre porque não estar em relacionamentos lhe afeta, pois você pode estar tentando tapar um buraco que na verdade lhe fará ser presa fácil. Esteja em um relacionamento por ter descoberto alguém que te leve para frente, não somente por estar. Inclusive, não faz sentido estar em um relacionamento apenas porque você quer estar em um relacionamento. Não sei se estou sendo claro.
É isso, obrigado.
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2020.06.21 05:41 duartejoaov Gratidão Profunda de um Adolescente.

Então, eu vejo muitos posts reclamando por aqui e tal, e sinto falta de ver coisas positivas também, portanto vou deixar minha experiência com a mudança de vida que tive.
Eu tenho 17 anos atualmente, e vocês não tem noção do quanto minha vida mudou em 2 anos ! Vou resumir bastante a história, mas se eu fosse contar tudo ficaria aqui quase 1h.
Para vocês entenderem a história, aos 15 anos em abril de 2018 aproximadamente, eu tinha uma melhor amiga que era muito apegado, e até meio apaixonado. Em abril ela começou a namorar um garoto e eu estava ficando meio triste cm isso e tal, por tanto decidi me afastar. No início tava sendo meio difícil, eu conversava com ela todos os dias e fazia falta. 1 mês depois tomei uma decisão, eu era um garoto que jogava muito, ficava 24h no Pc jogando LoL, parei pra refletir uma noite e vi que tava infeliz com a minha vida, eu não tava vivendo o que eu queria, parei pra analisar o que eu tinha que mudar, e decidi largar os jogos, vendi meu PC no dia seguinte e nunca mais joguei.
Essa decisão foi o ponta pé inicial, a partir dali minha vida estava direcionada a mudar. Eu estabeleci 3 metas de coisas que eu queria mudar na minha vida, que eram 1- Arrumar um emprego 2- Conhecer pessoas novas 3- Melhorar como pessoa, minha personalidade em geral O ano acabou de começar 2019: Comecei do início, indo atrás do emprego, todo dia de manhã entregava currículo online. Após 6 longos meses consegui meu 1° emprego, nessa época eu já não estava mais triste por ter cortado a amizade, não conversamos mais e eu não sentia falta, enfim, consegui o emprego em junho do ano passado, fiquei feliz pra caralho... Comecei a ver as mudanças surgindo. Fiz umas amizades muito boas nesse emprego, me ajudaram a evoluir, eu tinha que acordar bem cedo e carregar caixas, era cansativo mas mesmo assim era grato por aquilo e pelo o que me proporcionou.
Após 7 meses nesse meu emprego, um colega meu do trabalho falou de um concurso público que iria ter para trabalhar na empresa ao lado, que era a Intelbras, era uma vaga para jovem aprendiz, de 14 a 24 anos, pensei então porque não participar, sai do emprego e fui direto na empresa me candidatar para a prova. 1 semana depois fui fazer a prova, não tinha nem estudado direito, mas estava confiante. Após receber o resultado da prova descubro que passei na pontuação mínima que era 14/20 questões, sinceramente eu não sabia nenhuma de matemática, mas as de português eu sabia 9, então as outras 5 foi só no chute (kkk). Fiquei feliz pra caramba, porém tinha a entrevista para fazer ainda, e eram cerca de 500 jovens que iam participar para 60 vagas. Chegando o dia da entrevista, eu estava confiante, não sei porque, mas tinha a sensação de que tudo ia ocorrer bem, e foi dito e feito, a entrevista era em grupo e me destaquei muito bem, no mesmo dia soube que fui um dos aprovados. Eu estava até meio em dúvida sobre mudar ou não de empresa, pois eu tinha bastante amigos na empresa que eu trabalhava e ia ser difícil me afastar, porém eu sabia o que era o certo a fazer, aceitei a proposta, isso foi essencial pra minha mudança, vocês vão saber o porquê.
Em fevereiro desse ano eu comecei na empresa, confesso que estava meio inseguro, mas logo no 1° dia fiz amizade com um cara muito gente boa chamado Marcos. O Marcos era aquele tipo de amigo que te passa a "visão" de tudo, ele era um cara boa pinta e conseguis se dá bem com qualquer um, inclusive com as mulheres. Estava gostando muito do trabalho, era simples e não exigia muito esforço, além de ter um salário bom. Por ser um cargo de jovem aprendiz eu fazia curso no Senai, com vários adolescentes, e esse meu amigo Marcos estudava lá, portanto ele conhecia quase todo mundo, por eu andar com ele fui conhecendo algumas pessoas também. Um certo dia ele me apresentou a Lívia, que era uma garota muito linda mesmo, eu nunca fui aquele menino pegador, fiquei com poucas gurias, mas eu não me achava feio, nem muito bonito, porém tenho um papo massa, consigo desenrolar bem. Eu e essa Lívia começamos a conversar, porém conversamos por 1 semana e depois paramos de conversar.
Chegou o carnaval desse ano, eu nunca tinha pulado um carnaval, mas achei que esse ano merecesse por estar acontecendo muitas coisas boas, então eu fui. Resumidamente meu carnaval foi muito massa, eu conheci muita gente e aproveitei bastante, mesmo não tendo ficado com 1 guria só KKKKKK. Nesse carnaval conheci o Fidelis, que por coincidência morava aqui perto de casa, então decidimos ir pra casa dele beber e trocar uma ideia depois do carnaval, foi eu e uns amigos nosso, esse dia foi importante pois qnd eu cheguei em casa parei pra refletir e vi o quanto minha vida tinha mudado. Eu havia conseguido um bom emprego, consegui conhecer pessoas novas, mudei meu ciclo de amizade, me afastei de amizades que eu considerava negativas.
Dali pra frente eu sabia que tava cada dia mais perto de ter a vida que eu queria, eu tava vendo resultados das minhas atitudes e percebendo as mudanças.
Pulando pra mês passado, eu voltei a falar com a Lívia, e ficamos bem íntimos, me identifiquei muito com ela e tal, me parecia algo meio distante ainda ter algo com ela, mas mesmo assim tentei. Depois de uma semana mais ou menos decidi mandar a real pra ela, falei que achei ela uma garota muita firmeza e parceira, e que ela era engraçada e pá, e perguntei se ela tava ficando com alguém, logo em seguida ela respondeu que me achava altos guri tbm e pá e que não tava ficando com ninguém, porém isso foi d madrugada e no outro dia mudamos de assunto. A princípio minha idéia era marcar algo com ela pós quarentena, então continuamos conversando normalmente. Semana passada ela começou a dar algumas indiretas pra mim, como se quisesse ficar comigo, confesso q fiquei bem feliz, agora estamos bem próximos, já marcamos de sair e tenho certeza que vamos ficar pq ela já falou que quer. Não sei como vai ser qnd sairmos, vou só ter fé e ver no que dá, talvez eu volte pra contar como foi kkkk.
No mês passado aquela melhor amiga que eu tinha veio falar comigo, ela já tinha terminado o namoro há um tempinho, porém eu realmente nem sabia dela. Começamos a conversar e expliquei o pq tinha me afastado, além disso ela falou também que eu virei outra pessoa, que eu tinha mudado de mais para melhor e que ela tava orgulhosa de mim, pela pessoa que eu me tornei. As vezes ainda conversamos mas não sinto nada por ela, mas considero uma pessoa especial pois me ajudou a mudar.
Chegamos no dia de hoje, sinceramente 2 anos atrás eu não tinha noção do quanto minha vida ia mudar, tive muita fé e fui atrás do que queria, nunca me acomodava. Hoje recebi uma notícia muito mas muito boa mesmo, não vou comentar porque é algo que quero deixar no sigilo por enquanto, mas isso vai me abrir muitas portas na minha vida e sou extremamente grato.
A minha mensagem final pra vocês é pra vocês não aceitarem ter uma vida que não se orgulhem, a nossa vida é uma experiência única, portanto vivam o sonho de vocês, vivam o extraordinário ! Não se acomodem em uma vida que não se orgulhem, procure ir atrás de mudar, de evoluir, de conhecer coisas novas, garanto que vai ser a melhor atitude que vocês vão tomar na vida toda, e vão poder vivenciar uma experiência única de poder olhar pra trás e ver toda a tua trajetória e se orgulhar por tudo o que vivenciou. Cada pequena decisão que tomamos influência o nosso futuro, e tudo depende só de nós mesmos, de nosso pensamento e das nossas atitudes, há 2 anos atrás eu não achava que era capaz de conquistar tudo o que eu consegui, hoje estou vivenciando isso.
Sou muito grato por tudo o que aconteceu, porém não estou satisfeito ainda, e não irei parar até ter a vida que eu imaginei.
Hoje posso dizer que aquela minha lista com 3 coisas está completa, e sinto uma paz profunda por isso.
Enfim acho que é isso, perdão pelo texto longo, mas espero que ajude algum de vocês, ainda mais na fase da adolescência que é algo difícil, talvez eu conte outras experiências que tive futuramente !
Gratidão pela atenção e muita fé na mudança !
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2020.05.18 06:37 JesseSvGx Suicídio

O que Vocês pensam a respeito de suicídio? Tenho 19 anos e estou desempregado, pensei que eu finalmente iria conseguir arrumar um emprego esse ano e com a chegada da quarentena acabou que meus planos(não somente os meus) foram por água a baixo, tenho algumas dívidas e simplesmente não fui aceito para receber o auxílio pq a "minha mãe" recebeu, sendo assim eu não tenho o direito ao dinheiro que me ajudaria bastante nesses tempos, vou fazer 20 e nunca trabalhei de carteira assinada, sempre trabalhei fazendo bicos e antes da quarentena começar eu ja estava alguns sem fazer esses bicos pra empresa que me chamava( tem um motivo que não é minha culpa mas como eu sou um verme descartável pra eles só colocaram outro no meu lugar), minha vida é triste, todos os dias faços as mesmas coisas implorando pelo dia em quê eu leve um tiro na cabeça e parta dessa pra melhor, não vejo sentindo na vida, alguns pensam em casar e ter filhos, outros pensam em obter bens, ja pra mim essas coisas não me enchem os olhos, não namoro e nunca namorei, não tenho interrese em namorar(mas as vezes me dá uma carência eu confesso, mas não procuro uma parceira) não tenho interesse talvez pq eu espere muito pela minha morte então evito entrar em relacionamentos amorosos ou de amizade, também não tenho filhos ou animais pois não quero morrer e deixar alguém dependente de mim aqui sofrendo... Penso que a minha seria melhor se eu cometesse suicídio, sinceramente acho isso a escolha mais plausível que eu tenho desde a adolescência(falo o adulto kkk), a ideia de suicídio ecoa pela minha cabeça o dia inteiro e só não o cometi ainda por causa da minha mãe, não quero deixar ela triste, mas penso que logo assim que ela morrer(todos nos iremos morrer um dia) eu irei me matar pra acabar logo com o meu sofrimento, me retirando desse mundo nojento pra qual eu não escolhi vim.
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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2019.03.08 14:00 SynC666 É normal sentir isso sobre ela?!?!

Bem meus caros, vou tentar ser o mais breve possível.
Todos nós já fomos apaixonados quando criança/adolescente, e é bem estranho por ser um sentimento novo, algo puro... Enfim, quando eu tinha uns 8 anos minha mãe começou a cuidar de uma garota, filha da vizinha, loirinha, olhos azuis, padrão de patricinha, comecei a frequentar a casa dela e ela a minha, e com isso fomos crescendo juntos e próximos.
É estranho de dizer mas nessa idade já sentia algo diferente por ela. Fomos crescendo e esse sentimento só aumentando, eu realmente amava ela mas nunca disse ou demonstrei na frente de ninguém, e tudo indicava que ela também. Mesmo depois de grandes (ambos com uns 15/16 anos) ela vivia indo em casa, ficávamos abraçados assistindo tv, de mãos dadas, chegamos até a se beijar diversas vezes, mas tudo isso longe dos outros.
Com o tempo comecei a perceber que sei lá, pra ela eu era apenas um passa tempo, ou um porto seguro caso ela não conseguisse nada com ninguém, e isso com o tempo passou a ficar cada vez mais nítido. Ela começou a sair com outros amigos(as), começou a ficar com outros caras, ficava sumida mas depois de um tempinho voltava a me procurar e tudo voltava a rolar novamente.
Eu queria não acreditar nisso, que eu era um brinquedo pra ela, ver também meus pais que gostavam muito dela, e os dela de mim, eles imaginavam que a gente meio que namorava, porém estava mais pra amizade colorida. Tinha vezes que ela demonstrava querer algo sério, e tinha vezes que ela simplesmente cagava pra mim...
Até que chegou um belo dia onde ela começou a namorar com um amigo muito próximo meu, e ele não tinha ideia de que eu amava ela muito, pois nunca cheguei a dizer pra ele, fiquei super magoado com os dois, me afastei completamente dela e um pouco dele.
Decidi virar a página e comecei a namorar com uma outra garota que era do nosso circulo de amizade, e quando ela descobriu ficou super irritada comigo, e demonstrava nitidamente isso, foi então que começou a rolar histórias de que ela me amava, que não aceitava meu namoro, e terminou o namoro com esse meu amigo.
Infelizmente meu namoro também não rendeu muito, e lá estávamos nós novamente solteiros, foi quando ela tentou se aproximar novamente de mim, dizendo que mesmo namorando pensava muito em mim. Foi dai que realmente decidi me afastar de vez dela, e nunca mais nos falamos.
A gente se via na rua, trocava olhares, mas não se falava. Até que o tempo passou, ela mudou de casa, e hoje em dia ela esta casada.
Esses dias eu estava tomando umas e conversando com esse meu amigo (que até hoje é o melhor amigo que tenho) e tocamos no assunto de infância/adolescência e como foi aquela época, foi então que ele me disse das safadezas que ele fazia na época com essa garota quando eram namorados, quando ficavam sozinhos na casa dela, foi quando decidi dizer a verdade do que rolava comigo e com ela, nossa história e tudo que aconteceu.
Meu amigo ficou super sem graça, pediu desculpas mas realmente ele não me devia nada disso, ele nunca soube do que eu sentia por essa garota, e ele mesmo disse que se soubesse, nunca teria namorado ela por me considerar muito. E demos muitas risadas por tudo isso, e também fazem anos que tudo isso aconteceu.
Mas mesmo depois de anos, sempre que vejo ela nas redes sociais, me bate uma nostalgia, e me recordo de tudo que aconteceu, pois de alguma forma ela ficou marcada na minha vida, não sei se é pelo fato de ter sido a primeira garota que eu realmente amei, ou por ela ter me magoado, sei lá é uma sensação estranha, creio que não deveria ter essa nostalgia... bem confuso.
Fico me perguntando se ela realmente sentia algo por mim, ou era só balela... creio também por ela ser linda, e ser acostumada a ter muita atenção dos outros, fez com que tudo isso acontecesse. Mas realmente são coisas que eu nunca irei saber ;D
Só quis desabafar mesmo, por ter essa sensação estranha e confusa sempre quando falo sobre ela, ou a vejo. Não me sinto triste, muito menos arrependido de nada que rolou.
E realmente, muito obrigado por quem leu até aqui.
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2019.01.07 18:09 cocacolacomcafe Depois de 9 anos, eu me formei

Faz muito tempo que não escrevo aqui, estive ocupado com alguns planejamentos sobre o que eu faria se "tudo desse errado". Sempre tive problemas relacionados ao desempenho escolar e isso me acompanhou durante o meu curso também. Os primeiros 3 anos de faculdade foram relativamente tranquilos, eu passava nos exames finais e a vida seguia. Até que terminei meu namoro de 5 anos.
Desde então ficou eu e somente eu. Com 21 anos me senti desconectado de uma pessoa que esteve comigo durante toda a minha juventude e adolescência, éramos amigos desde os 13 anos de idade. Quando muito novo, eu não conseguia falar o R das palavras durante a fala, e lembro de ter me esforçado muito pra aprender a pronunciar a porra do R unicamente pra poder falar o nome dela certo, porque se não ela não ia ser minha amiga. Eu devia ter uns 7 anos naquela época. Foi essa a pessoa que eu abandonei.
Depois do término eu estive a beira da insanidade durante meu curso, sofri com depressão, pensamentos suicidas, pais depressivos e problemáticos, desmotivação, dívidas, insegurança e uma auto-sabotagem absurdamente exagerada. A maioria destes problemas já me acompanhavam de bem antes, mas eu tinha mais força pra seguir de cabeça erguida enquanto tinha uma pessoa, por quem eu me importava muito, do meu lado. Quando eu saí pro mundo social descobri outro grande problema: eu não sabia viver em sociedade.
Não sabia puxar assunto, não sabia manter contato, odiava (e ainda odeio) conhecer pessoas novas, achava (e ainda acho) insuportável a futilidade de algumas conversas, mas me permiti bastante pra deixar isso fluir. Ter paciência talvez foi a chave, eu já quase fui pro hospital uma vez que dei um soco na parede de raiva quando estava sozinho em casa, mas nunca descontei isso com ninguém, nem em quem era responsável pela raiva que eu sentia. Descobri que a arte de socializar melhor é se permitir e aceitar o fato de que pessoas são pessoas e elas vão sempre querer contar algo sobre a vida dela (como eu to fazendo agora), ou contar vantagem de alguma coisa, etc, etc. Então aprenda a ouvir e aprenda ainda mais a relevar, relevar como aprendi a relevar pessoas que me estressaram e me colocaram na beira de um surto. Essa é a arte. E saiba: quando você estiver afim de socializar, não tem ninguém mais inteligente ou mais burro, mais bonito ou mais feio, mais isso ou aquilo, essas são definições e conclusões pra você manter na sua cabeça na hora de saber quem você deixa ou não entrar na sua vida. Quando for conversar com alguém desconhecido, não fica tentando traçar características. Deixa a conversa fluir, deixa a pessoa ser quem ela é, você vai ficar surpreso com o resultado a longo prazo. Mas é lógico, mantenha o bom senso, tem pessoas que não valem nem 3 minutos da sua atenção e essa é a questão: você não é obrigado a conversar com ninguém, você só é obrigado a manter o respeito.
A vantagem desses problemas pessoais é que aprendi a lidar com a minha própria mente, aprendi muito bem por sinal, hoje tenho um círculo de amizades relativamente admirável e planejamentos futuros dentro e fora da minha área profissional. Terminei o curso e tô empregado? Não. Muito pelo contrário, voltei a depender dos meus pais (que não possuem condições nenhuma), mas não abaixei a cabeça e relevo a vergonha porque sei que esse perrengue que vou fazer eles passarem hoje, vai ser recompensando. Quando? Não sei, mas vai porque vou continuar tentando e é isso que importa.
Agora falo com segurança que você pode estar preocupado sobre o rumo que a sua vida tá tomando e talvez não saiba se você consegue segurar as pontas ou não, porque ninguém sabe mesmo. Garanto pra você que você consegue sim, desde que não abaixe a cabeça. No começo do meu oitavo ano na faculdade, eu andava de cabeça baixa porque tinha uma vergonha imensa de mim. Eu achava que todos deveriam me olhar e falar "olha lá o cara que vai jubilar", ou "hahaha, oh o vagabundo aí, os pais bancando e ele deve tá na faculdade só zoando". Pensei em desistir do curso, mas eu precisava entregar esse diploma pros meus pais e pro meu irmão, mais como uma prova pra falar que o esforço deles em me manterem aqui não foi jogado fora.
E falo a real: só tô vivo hoje porque aprendi a relevar, a ser mais ignorante e um pouco mais egoísta. Entender que a vida tem dessas e saber como se martirizar. Eu me martirizava muito, me chamava de burro, achava que eu era preguiçoso, etc. Hoje eu ainda me acho burro, mas ao invés de focar a energia no meu lamento, eu tento sempre fazer alguma coisa diferente todo dia. Às vezes a gente desiste da gente mesmo sem nem notar, por isso que eu me esforço pra sempre fazer algo por mim todo dia, esse texto foi uma das coisas que eu escrevi por mim.
Escrevi porque eu me formei e parece que a minha ficha não caiu, eu não pareço me agradecer por isso. E eu tenho consciência de que isso é errado, porque era o meu principal plano de vida e ficar neutro depois de passar por tudo que passei e ter um episódio de conquista assim é normal? Não, não é, eu sei disso. Então eu resolvi escrever aqui pra poder rever minha vida até esse ponto e garanto pra vocês que to finalizando esse texto com um alívio muito maior, incluindo um breve sorriso no rosto. Poderia ter o quadruplo de texto aqui, mas isso foi o suficiente pra fazer eu me sentir melhor.
Quando não souber o que fazer, se não tiver ideia de quem você é, sentir que tá perdido, ou que tem um problema sério: escreva. Pode ser de qualquer jeito, mas escreve. No fim de tudo, foi isso que me salvou. Foi isso que fez eu pegar meu diploma depois de 9 anos. Foi isso que me fez rever melhor alguns momentos da minha vida que não aproveitei quanto tanto deveria, e foi isso também que me fez ver que algumas vezes me martirizei por demais.
Outra dica que deixo: tudo realmente passa. a tempestade demora, mas sempre acaba. Às vezes não vale a pena a gente nadar contra a correnteza muito tempo, se deixe descansar um pouco. E sua cabeça existe pra ser mantida erguida, não baixa, só baixa a guarda. E bola pra frente.



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2017.12.09 20:07 brotocarioca Aquela pessoa que você nunca esquece

Senta que lá vem textão. Fiz esse perfil fake apenas pra jogar meu desabafo aqui na massa sem o perigo de dar ruim pra mim (assim espero).
Queria saber se é normal e principalmente ouvir se algo do tipo já aconteceu com algum de vocês. Eu tive uma namorada de muitos anos que entre indas e vindas (muitas) já se vão 12 anos. A gente se conhece desde que nasceu, literalmente. Minha mãe e a mãe dela são amigas de colégio, nossa idade difere em meses e morávamos no mesmo prédio. Quando a gente era menor, não íamos muito com a cara um do outro porque nós somos muito diferentes em tudo, principalmente na personalidade, mas sempre levei isso como coisa de muleque e nunca dei muita confiança.
Quando tínhamos 15 anos começamos a namorar com tudo que tinha direito, mas aquele namoro mais sossegado e que mesmo assim durou um pouco mais de 2 anos e foi aí que caí na armadilha de querer curtir a minha vida de solteiro no fim da minha adolescência e início da vida adulta. Vulgo 18 anos. Terminei com ela por causa disso e me arrependi 5 dias depois, óbvio que quando tentei voltar ela já não me quis mais. Personalidade é uma coisa que eu admiro numa mulher. É bom deixar claro que fiz muita "merda" (nada ilegal) durante todas as vezes que fiquei solteiro, principalmente passar o rodo onde não devia. Fazia isso porque era muleque imaturo e bem inconsequente.
Fingi que deixei isso pra lá e fiquei um ano fazendo tudo o que queria até que um dia a gente se reaproximou e voltou a sair. Meses depois ela terminou comigo por causa de uma fofoca que uma amiga em comum nossa fez. Puta treta, ela ficou mais de um ano sem olhar na minha cara. Tudo bem, eu tava errado, mas porra que merda isso.
Pouco tempo depois decidi que eu ia consertar tudo isso e depois de muita insistência consegui. Ela me fez comer o pão que o diabo amassou pra decidir se poderia me dar um voto de confiança, até que namoramos por mais uns 2 anos. E entre vários motivos diferentes (nenhum relacionado a traição, violência ou qualquer coisa pesada) fomos terminando e voltando durante os anos, mas nunca me pareceu mesmo definitivo. Sempre tive certeza que ela era a mulher da minha vida e a gente ia fazer um filho a qualquer momento.
Até que quase dois anos atrás terminamos "de vez" com um motivo mais sério porque eu não achava que tava na hora de noivar ou coisa do tipo, ela queria e então a gente terminou. Nunca me vi casado, apesar de já não ver atrativo na vida de solteiro (já to com 27 anos). A ideia de dividir o espaço o tempo todo que era mais aterrorizante, continuava gostando dela do mesmo jeito e querendo ficar com ela do mesmo jeito, mas assim não tinha como. Nunca soube explicar isso e até hoje fico pensando porque fiz isso. Já fui ao médico procurando saber se sou bipolar e pior que não.
Então resolvi comprar um ap e me mudar. Saí do bairro, na época troquei de emprego e então teoricamente não tínhamos qualquer vínculo na rotina para me aproximar dela. Não adiantou de nada. Tentamos todas as coisas que sabíamos que não ia dar certo: ser amigos, mas nunca dava certo porque não somos só amigos e nunca vamos ser. Fuck buddy: que nunca deu certo porque tem muita história envolvida e sempre gerava dr e alguém acabava prejudicado. Conviver socialmente se tornou insuportável porque como crescemos juntos, nosso ciclo social é muito próximo. Meus melhores amigos, meus primos e até minha mãe são muito próximos dela então comecei a me afastar de todo mundo (amigos). Imagina como é ir num bar com a tua ex e ver os caras chegando nela, ainda mais que ela é mo gata. Não posso reclamar, mas também não sou obrigado a ver.
Não sigo em redes sociais, não tenho o telefone dela mais. Apesar de saber onde encontrar, evito ao máximo passar em qualquer lugar que ela possa estar porque sei que vou ficar mexido e vou acabar estragando meu relacionamento atual. Nem confio em mim quanto a isso.
To namorando outra garota há um ano e teoricamente tá tudo bem. Sempre tá tudo bem, na teoria ela é perfeita mas não é a outra. Nunca consegui explicar, não sei dizer o porquê mas não tem um dia que eu não pense na outra, mesmo sem ver ela há mais de um ano. Tudo que a mulher faz me atrai, o jeito que ela fala, o cheiro da pele, o cheiro do cabelo, os detalhes dela em geral. Nunca encontrei uma mulher igual. Parece feitiço, a mulher tem um poder absurdo sobre mim sem precisar fazer nada e olha que sempre fui bicho solto. Nunca dá certo e mesmo assim eu sempre quero arriscar de novo. Acho que isso não seja normal, mas não sei o que fazer. Sinto bastante culpa por estar namorado outra mulher e isso ainda passar na minha cabeça. Ir lá e tentar estragar a vida dela também nem tenho coragem.
tl;dr: terminei com a minha ex há dois anos e nunca consegui esquecer. Não sei como ela faz isso. Acho que nunca vai passar.
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2017.08.18 21:57 luesmas Será que vocês podem me ajudar a achar o nome de um filme nacional?

Vi o filme no começo do ano quando tinha TV a cabo, foi em um daqueles canais que passam só filmes brasileiros, não lembro quando foi se não teria olhado na programação.
O que eu lembro do filme, não sei se tudo está correto:
O filme se passava numa cidade de praia, tinha umas temáticas diferentes. A mãe meio que estava cansada do marido dela e tinha um namoro a distância com um cara da capital(não lembro se era São Paulo), a filha desse casal estava meio revoltada por causa dessa situação dos pais e foi se relacionar com o cara recém chegado da cidade que era mais velho e desconhecido, acho que ele tinha uma piscina na casa dele. O moleque mais novo da família tentava se manter neutro mas eles estava enfrentando uns problemas de adolescência, tentando conquistar a garota que ele gostava e disputando com os outros amigos.
Acho que alguém morre, não sei se é o pai ou ocorre uma assassinato na cidade e eles suspeitam do cara novo, lembro vagamente do fim no qual a família que estava meio destruída acaba meio que se dando bem, a mãe que ficava ameaçando de ir pra cidade grande viver com o amante dela desiste dessa ideia e volta a falar com os filhos.
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Então, seu filho adolescente quer começar a namorar, hein? Este pode ser um momento estranho e constrangedor para todos. Por um lado, você provavelmente está... Minecraft - NAMORO DE ADOLESCENTES #8 - MINHA AMIGA NÃO QUER NAMORAR COMIGO MAS QUER SÓ FICAR?! - Duration: 10:11. Vidoti 50,386 views Amor na Adolescência, dura? Vale a pena um adolescente se apaixonar e tentar seguir um relacionamento? Quais são as consequências de relacionamento ruim na a... • http://twitter.com/christian_fig TWITTER • http://www.facebook.com/christian.figueiredo FACEBOOK • http://instagram.com/christian_fig INSTAGRAM • CONTÁGIO ... Inscreva-se no meu canal em inglês: https://www.youtube.com/c/youcancallmerachel Meu livro A Minha Primeira Vez : https://www.amazon.com.br/dp/B07L5XPFPS Min... Se inscrevam no canal : https://goo.gl/IGdSY1 Assista outras Series do Canal: MENINO FLASH: https://goo.gl/e57ued WHO'S YOUR FAMILY: https://goo.gl/HjjhWn WH... Ahhhhh, o amor. Ahhhhh, o amor na adolescência. Ahhhhh, que loucura! Segue a gente nas redes sociais: facebook.com/bigodebeijoteamotchau Joyce facebook.com/e... Melhor Casal de 2015... Snapchat Namoro Na Adolescência Felipe e Gabih.